
Mind Hive
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A cristalização do som dos Wire nĂŁo cessa de maravilhar. Esta banda fundamental no arranque do punk credĂvel (ainda que este termo soe pretensioso), mais tarde reinventada atravĂ©s da pop, atravessa dĂ©cadas como unidade de força que nĂŁo depende do passado (Ă© conhecida, por exemplo, a pouca propensĂŁo do grupo em tocar cançÔes antigas nos concertos). A veia de escrita de cançÔes do nĂșcleo original (Colin Newman, Graham Lewis e Robert Gotobed, agora sem Bruce Gilbert) Ă© aparentemente inesgotĂĄvel. As nove faixas sĂŁo indubitavelmente Wire no clĂĄssico formato de banda de rock, sem artifĂcios de maior, e reconhecemos vozes, som de guitarra, melodia e inflexĂ”es de tom (como em âBe Like Themâ, logo na abertura). Ălbum inspirador, sem qualquer necessidade de activarmos um PrĂ©mio de Carreira para justificar a sua pertinĂȘncia. âOklahomaâ conduz-nos por momentos a â154â (o ĂĄlbum de 1979) para concluirmos nĂŁo apenas que os Wire eram bons nessa altura mas, mais vital, que ainda sĂŁo bons. Ăptimo disco de rock.
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A cristalização do som dos Wire nĂŁo cessa de maravilhar. Esta banda fundamental no arranque do punk credĂvel (ainda que este termo soe pretensioso), mais tarde reinventada atravĂ©s da pop, atravessa dĂ©cadas como unidade de força que nĂŁo depende do passado (Ă© conhecida, por exemplo, a pouca propensĂŁo do grupo em tocar cançÔes antigas nos concertos). A veia de escrita de cançÔes do nĂșcleo original (Colin Newman, Graham Lewis e Robert Gotobed, agora sem Bruce Gilbert) Ă© aparentemente inesgotĂĄvel. As nove faixas sĂŁo indubitavelmente Wire no clĂĄssico formato de banda de rock, sem artifĂcios de maior, e reconhecemos vozes, som de guitarra, melodia e inflexĂ”es de tom (como em âBe Like Themâ, logo na abertura). Ălbum inspirador, sem qualquer necessidade de activarmos um PrĂ©mio de Carreira para justificar a sua pertinĂȘncia. âOklahomaâ conduz-nos por momentos a â154â (o ĂĄlbum de 1979) para concluirmos nĂŁo apenas que os Wire eram bons nessa altura mas, mais vital, que ainda sĂŁo bons. Ăptimo disco de rock.
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A cristalização do som dos Wire nĂŁo cessa de maravilhar. Esta banda fundamental no arranque do punk credĂvel (ainda que este termo soe pretensioso), mais tarde reinventada atravĂ©s da pop, atravessa dĂ©cadas como unidade de força que nĂŁo depende do passado (Ă© conhecida, por exemplo, a pouca propensĂŁo do grupo em tocar cançÔes antigas nos concertos). A veia de escrita de cançÔes do nĂșcleo original (Colin Newman, Graham Lewis e Robert Gotobed, agora sem Bruce Gilbert) Ă© aparentemente inesgotĂĄvel. As nove faixas sĂŁo indubitavelmente Wire no clĂĄssico formato de banda de rock, sem artifĂcios de maior, e reconhecemos vozes, som de guitarra, melodia e inflexĂ”es de tom (como em âBe Like Themâ, logo na abertura). Ălbum inspirador, sem qualquer necessidade de activarmos um PrĂ©mio de Carreira para justificar a sua pertinĂȘncia. âOklahomaâ conduz-nos por momentos a â154â (o ĂĄlbum de 1979) para concluirmos nĂŁo apenas que os Wire eram bons nessa altura mas, mais vital, que ainda sĂŁo bons. Ăptimo disco de rock.












