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Twice Born Men
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Twice Born Men

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“We Just Did What Happened And No One Came” foi a estreia do trio em 2005, mas desse disco não sobram muitas memórias que mereçam estar aqui, hoje, ao pé de nós. Ainda assim, havia fogachos pop que nos levaram a especular o que poderia sair deste projecto. O mais atento terá sido mesmo o próprio David Sylvian, que depressa os agarrou e fez com que o segundo passo editorial nascesse na sua SamadhiSound. E desde a sua saída na primeira metade de 2009, “Twice Born Men” conseguiu surpreender toda a gente, incluindo um juri do Mercury Prize que habitualmente não se direcciona para estas paragens – não ganhou, como decerto saberão, mas o que conta é participar e ser nomeado já é uma vitória… não é? Tim Elsenburg, Anthony Bishop e Alistair Hamar são os construtores desta óptima panorâmica pop, mas a valentia deverá ser creditada a Elsenburg, claramente um dos mais esclarecidos do trio. As suas canções navegam com simplicidade entre a pop acústica e a proto-folk moderna, entre as texturas electrónicas e o apuro formal do investimento em horas de estúdio. Não há uma canção igual a outra, não há um ambiente que se repita, “Twice Born Men” parece querer ser mesmo o melhor álbum possível que Elsenburg pode fazer. Se for, não é um mau disco para se ter no currículo. Pensem na pop final dos Talk Talk, em Junior Boys unplugged, pensem na produção de Sufjan Stevens, e não pensem que irão ficar desiludidos.

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“We Just Did What Happened And No One Came” foi a estreia do trio em 2005, mas desse disco não sobram muitas memórias que mereçam estar aqui, hoje, ao pé de nós. Ainda assim, havia fogachos pop que nos levaram a especular o que poderia sair deste projecto. O mais atento terá sido mesmo o próprio David Sylvian, que depressa os agarrou e fez com que o segundo passo editorial nascesse na sua SamadhiSound. E desde a sua saída na primeira metade de 2009, “Twice Born Men” conseguiu surpreender toda a gente, incluindo um juri do Mercury Prize que habitualmente não se direcciona para estas paragens – não ganhou, como decerto saberão, mas o que conta é participar e ser nomeado já é uma vitória… não é? Tim Elsenburg, Anthony Bishop e Alistair Hamar são os construtores desta óptima panorâmica pop, mas a valentia deverá ser creditada a Elsenburg, claramente um dos mais esclarecidos do trio. As suas canções navegam com simplicidade entre a pop acústica e a proto-folk moderna, entre as texturas electrónicas e o apuro formal do investimento em horas de estúdio. Não há uma canção igual a outra, não há um ambiente que se repita, “Twice Born Men” parece querer ser mesmo o melhor álbum possível que Elsenburg pode fazer. Se for, não é um mau disco para se ter no currículo. Pensem na pop final dos Talk Talk, em Junior Boys unplugged, pensem na produção de Sufjan Stevens, e não pensem que irão ficar desiludidos.

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“We Just Did What Happened And No One Came” foi a estreia do trio em 2005, mas desse disco não sobram muitas memórias que mereçam estar aqui, hoje, ao pé de nós. Ainda assim, havia fogachos pop que nos levaram a especular o que poderia sair deste projecto. O mais atento terá sido mesmo o próprio David Sylvian, que depressa os agarrou e fez com que o segundo passo editorial nascesse na sua SamadhiSound. E desde a sua saída na primeira metade de 2009, “Twice Born Men” conseguiu surpreender toda a gente, incluindo um juri do Mercury Prize que habitualmente não se direcciona para estas paragens – não ganhou, como decerto saberão, mas o que conta é participar e ser nomeado já é uma vitória… não é? Tim Elsenburg, Anthony Bishop e Alistair Hamar são os construtores desta óptima panorâmica pop, mas a valentia deverá ser creditada a Elsenburg, claramente um dos mais esclarecidos do trio. As suas canções navegam com simplicidade entre a pop acústica e a proto-folk moderna, entre as texturas electrónicas e o apuro formal do investimento em horas de estúdio. Não há uma canção igual a outra, não há um ambiente que se repita, “Twice Born Men” parece querer ser mesmo o melhor álbum possível que Elsenburg pode fazer. Se for, não é um mau disco para se ter no currículo. Pensem na pop final dos Talk Talk, em Junior Boys unplugged, pensem na produção de Sufjan Stevens, e não pensem que irão ficar desiludidos.

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