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Mais de metade do livro cobre o perĂodo atĂ© "Cut", o ĂĄlbum de estreia das Slits editado em 1979. Os anos incendiĂĄrios da gestação e crescimento do punk, o percurso mais ou menos tradicional de contacto com a contracultura norte-americana (mĂșsica anti-guerra no Vietname, Timothy Leary, etc.), Escola de Artes, paixĂŁo por Mick Jones dos Clash, squatting, rapazes, drogas e uma observação honesta sobre a sua prĂłpria postura no meio de tudo isso. As Slits, e por consequĂȘncia tambĂ©m Viv Albertine, representaram um passo sĂ©rio na desformatação do rock (e do punk), procurando novas formas de tocar os instrumentos clĂĄssicos do gĂ©nero, procurando harmonias diferentes, algo que se destacasse da hegemonia masculina no rock. Bastaria apenas, atĂ©, respeitar os impulsos naturais e o som resultante jĂĄ seria Ășnico. Vida loca. E depois: tudo começa com a afirmação de que, em 1982, a Ășnica mĂșsica que suportava era a dos This Heat. Mais para a frente, os capĂtulos "Get A Life" e "the Wonderful World Of Work" sĂŁo auto-explicativos :)
Original: $18.50
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Mais de metade do livro cobre o perĂodo atĂ© "Cut", o ĂĄlbum de estreia das Slits editado em 1979. Os anos incendiĂĄrios da gestação e crescimento do punk, o percurso mais ou menos tradicional de contacto com a contracultura norte-americana (mĂșsica anti-guerra no Vietname, Timothy Leary, etc.), Escola de Artes, paixĂŁo por Mick Jones dos Clash, squatting, rapazes, drogas e uma observação honesta sobre a sua prĂłpria postura no meio de tudo isso. As Slits, e por consequĂȘncia tambĂ©m Viv Albertine, representaram um passo sĂ©rio na desformatação do rock (e do punk), procurando novas formas de tocar os instrumentos clĂĄssicos do gĂ©nero, procurando harmonias diferentes, algo que se destacasse da hegemonia masculina no rock. Bastaria apenas, atĂ©, respeitar os impulsos naturais e o som resultante jĂĄ seria Ășnico. Vida loca. E depois: tudo começa com a afirmação de que, em 1982, a Ășnica mĂșsica que suportava era a dos This Heat. Mais para a frente, os capĂtulos "Get A Life" e "the Wonderful World Of Work" sĂŁo auto-explicativos :)
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Mais de metade do livro cobre o perĂodo atĂ© "Cut", o ĂĄlbum de estreia das Slits editado em 1979. Os anos incendiĂĄrios da gestação e crescimento do punk, o percurso mais ou menos tradicional de contacto com a contracultura norte-americana (mĂșsica anti-guerra no Vietname, Timothy Leary, etc.), Escola de Artes, paixĂŁo por Mick Jones dos Clash, squatting, rapazes, drogas e uma observação honesta sobre a sua prĂłpria postura no meio de tudo isso. As Slits, e por consequĂȘncia tambĂ©m Viv Albertine, representaram um passo sĂ©rio na desformatação do rock (e do punk), procurando novas formas de tocar os instrumentos clĂĄssicos do gĂ©nero, procurando harmonias diferentes, algo que se destacasse da hegemonia masculina no rock. Bastaria apenas, atĂ©, respeitar os impulsos naturais e o som resultante jĂĄ seria Ășnico. Vida loca. E depois: tudo começa com a afirmação de que, em 1982, a Ășnica mĂșsica que suportava era a dos This Heat. Mais para a frente, os capĂtulos "Get A Life" e "the Wonderful World Of Work" sĂŁo auto-explicativos :)












