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My Mother The Vent
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My Mother The Vent

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Visível em muitas listas do ano passado, "My Mother The Vent" é um reencontro de nostalgia entre os Naked Lunch, Wolf Eyes e os Black Dice. No fundo, uma assimilação natural da história, o confronto épico das coisas a repetirem-se, o noise de revirar as tripas a encontrar uma nova razão para existir. Esse encontro consagra-se pela segunda vez no século XXI com o álbum de estreia de Guttersnipe. "My Mother The Vent" ausenta-se da comunicação, a expressão é gutural, feita de mecânicas repetitivas e anacrónicas dos instrumentos, de palavras imperceptíveis que se querem esgotar como sons: não vale a pena procurar palavras, elas não existem. E se existem, nós não as conhecemos e, de certeza, que Guttersnipe também não. É rock a reencontrar-se com o nojo, a prestar vassalagem ao nojo e a dizer que há um pouco de vida após os Throbbing Gristle: isto é, assumir o novo industrial com veia mais rock, desligada da máquina, do aborrecimento, entregue ao acontecimento do real e da aleatoriedade sonora. Guttersnipe é isso, força, força de vontade, de expressão, violência que procura a luz. Há algo de velho, de desajustado com 2018 (quando o disco foi lançado) que torna Guttersnipe incrivelmente pertinente. A música que esperamos não é a música que esperamos, é aquela que nos acorda para a vida. E que nos deita ao chão. Que o rock seja sempre assim, que não esteja borrado de medo e que nos faça borrar as calças.

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Visível em muitas listas do ano passado, "My Mother The Vent" é um reencontro de nostalgia entre os Naked Lunch, Wolf Eyes e os Black Dice. No fundo, uma assimilação natural da história, o confronto épico das coisas a repetirem-se, o noise de revirar as tripas a encontrar uma nova razão para existir. Esse encontro consagra-se pela segunda vez no século XXI com o álbum de estreia de Guttersnipe. "My Mother The Vent" ausenta-se da comunicação, a expressão é gutural, feita de mecânicas repetitivas e anacrónicas dos instrumentos, de palavras imperceptíveis que se querem esgotar como sons: não vale a pena procurar palavras, elas não existem. E se existem, nós não as conhecemos e, de certeza, que Guttersnipe também não. É rock a reencontrar-se com o nojo, a prestar vassalagem ao nojo e a dizer que há um pouco de vida após os Throbbing Gristle: isto é, assumir o novo industrial com veia mais rock, desligada da máquina, do aborrecimento, entregue ao acontecimento do real e da aleatoriedade sonora. Guttersnipe é isso, força, força de vontade, de expressão, violência que procura a luz. Há algo de velho, de desajustado com 2018 (quando o disco foi lançado) que torna Guttersnipe incrivelmente pertinente. A música que esperamos não é a música que esperamos, é aquela que nos acorda para a vida. E que nos deita ao chão. Que o rock seja sempre assim, que não esteja borrado de medo e que nos faça borrar as calças.

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Visível em muitas listas do ano passado, "My Mother The Vent" é um reencontro de nostalgia entre os Naked Lunch, Wolf Eyes e os Black Dice. No fundo, uma assimilação natural da história, o confronto épico das coisas a repetirem-se, o noise de revirar as tripas a encontrar uma nova razão para existir. Esse encontro consagra-se pela segunda vez no século XXI com o álbum de estreia de Guttersnipe. "My Mother The Vent" ausenta-se da comunicação, a expressão é gutural, feita de mecânicas repetitivas e anacrónicas dos instrumentos, de palavras imperceptíveis que se querem esgotar como sons: não vale a pena procurar palavras, elas não existem. E se existem, nós não as conhecemos e, de certeza, que Guttersnipe também não. É rock a reencontrar-se com o nojo, a prestar vassalagem ao nojo e a dizer que há um pouco de vida após os Throbbing Gristle: isto é, assumir o novo industrial com veia mais rock, desligada da máquina, do aborrecimento, entregue ao acontecimento do real e da aleatoriedade sonora. Guttersnipe é isso, força, força de vontade, de expressão, violência que procura a luz. Há algo de velho, de desajustado com 2018 (quando o disco foi lançado) que torna Guttersnipe incrivelmente pertinente. A música que esperamos não é a música que esperamos, é aquela que nos acorda para a vida. E que nos deita ao chão. Que o rock seja sempre assim, que não esteja borrado de medo e que nos faça borrar as calças.