
Yasuke
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A sĂ©rie estreou na Netflix no final de abril e quem jĂĄ a viu, certamente ficou surpreendido pela histĂłria e visuais de âYasukeâ, uma anime sobre um negro que se tornou samurai no JapĂŁo durante o sĂ©culo XVI (a histĂłria Ă© baseada num samurai negro, oriundo de Moçambique, cuja existĂȘncia estĂĄ documentada durante este perĂodo). Outra coisa que sobressai Ă© a banda-sonora de Flying Lotus. Assim ouvida, nestes 26 temas de curta duração, Ă© uma delĂcia. Uma intensa miscelĂąnea de influĂȘncias de outras bandas-sonoras (por vezes Ă© como se âBlade Runnerâ se encontrasse com âAkiraâ, noutras de Alice Coltrane musicasse um filme de David Lynch). Flying Lotus â que aparece na capa mais como um samurai do futuro â tornou esta banda-sonora numa obsessĂŁo sua, trabalhando sons de imaginĂĄrios que o fascinam e criando uma palete de sons diversificada, constante na sua heterogeneidade e surpreendente nas referĂȘncias que vai buscando. HĂĄ um fascĂnio tremendo pelos sintetizadores dos 1980s (John Carpenter), mascarado e acelerado pela velocidade dos videojogos. Ao longo de 46 minutos, âYasukeâ Ă© uma viagem temporal por bandas-sonoras dos 1980s atĂ© hoje e, tambĂ©m, uma espacial, bebendo força, vigor e ideias de diferentes gĂ©neros cinematogrĂĄficos e suas bandas-sonoras. Tudo isto encaixa na linguagem Ășnica e cyberpunk-jazzĂstica de Steven Ellison. Um brilhante conjunto de experiĂȘncias afinadas atĂ© ao limite. Irreverente e carismĂĄtico de uma ponta Ă outra. Bom astral.
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A sĂ©rie estreou na Netflix no final de abril e quem jĂĄ a viu, certamente ficou surpreendido pela histĂłria e visuais de âYasukeâ, uma anime sobre um negro que se tornou samurai no JapĂŁo durante o sĂ©culo XVI (a histĂłria Ă© baseada num samurai negro, oriundo de Moçambique, cuja existĂȘncia estĂĄ documentada durante este perĂodo). Outra coisa que sobressai Ă© a banda-sonora de Flying Lotus. Assim ouvida, nestes 26 temas de curta duração, Ă© uma delĂcia. Uma intensa miscelĂąnea de influĂȘncias de outras bandas-sonoras (por vezes Ă© como se âBlade Runnerâ se encontrasse com âAkiraâ, noutras de Alice Coltrane musicasse um filme de David Lynch). Flying Lotus â que aparece na capa mais como um samurai do futuro â tornou esta banda-sonora numa obsessĂŁo sua, trabalhando sons de imaginĂĄrios que o fascinam e criando uma palete de sons diversificada, constante na sua heterogeneidade e surpreendente nas referĂȘncias que vai buscando. HĂĄ um fascĂnio tremendo pelos sintetizadores dos 1980s (John Carpenter), mascarado e acelerado pela velocidade dos videojogos. Ao longo de 46 minutos, âYasukeâ Ă© uma viagem temporal por bandas-sonoras dos 1980s atĂ© hoje e, tambĂ©m, uma espacial, bebendo força, vigor e ideias de diferentes gĂ©neros cinematogrĂĄficos e suas bandas-sonoras. Tudo isto encaixa na linguagem Ășnica e cyberpunk-jazzĂstica de Steven Ellison. Um brilhante conjunto de experiĂȘncias afinadas atĂ© ao limite. Irreverente e carismĂĄtico de uma ponta Ă outra. Bom astral.
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A sĂ©rie estreou na Netflix no final de abril e quem jĂĄ a viu, certamente ficou surpreendido pela histĂłria e visuais de âYasukeâ, uma anime sobre um negro que se tornou samurai no JapĂŁo durante o sĂ©culo XVI (a histĂłria Ă© baseada num samurai negro, oriundo de Moçambique, cuja existĂȘncia estĂĄ documentada durante este perĂodo). Outra coisa que sobressai Ă© a banda-sonora de Flying Lotus. Assim ouvida, nestes 26 temas de curta duração, Ă© uma delĂcia. Uma intensa miscelĂąnea de influĂȘncias de outras bandas-sonoras (por vezes Ă© como se âBlade Runnerâ se encontrasse com âAkiraâ, noutras de Alice Coltrane musicasse um filme de David Lynch). Flying Lotus â que aparece na capa mais como um samurai do futuro â tornou esta banda-sonora numa obsessĂŁo sua, trabalhando sons de imaginĂĄrios que o fascinam e criando uma palete de sons diversificada, constante na sua heterogeneidade e surpreendente nas referĂȘncias que vai buscando. HĂĄ um fascĂnio tremendo pelos sintetizadores dos 1980s (John Carpenter), mascarado e acelerado pela velocidade dos videojogos. Ao longo de 46 minutos, âYasukeâ Ă© uma viagem temporal por bandas-sonoras dos 1980s atĂ© hoje e, tambĂ©m, uma espacial, bebendo força, vigor e ideias de diferentes gĂ©neros cinematogrĂĄficos e suas bandas-sonoras. Tudo isto encaixa na linguagem Ășnica e cyberpunk-jazzĂstica de Steven Ellison. Um brilhante conjunto de experiĂȘncias afinadas atĂ© ao limite. Irreverente e carismĂĄtico de uma ponta Ă outra. Bom astral.











