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Longa a viagem de Taylor Deupree, enquanto produtor de música electrónica. Apresentado como o seu 14º álbum a solo, é naturalmente um produto da acumulação de experiência e visões periféricas na música. O som é difuso, orgânico, processado mas simultaneamante intuitivo, como se Jan Jelinek e Tim Hecker acertassem um negócio. Grão, espacialidade, pintura paisagística e uma qualidade "usada" que acrescenta familiaridade à experiência, ainda que nos escape qualquer localização e assentamento cronológico. "Harbor" dirige-se para lado nenhum, reciclando a própria matéria para que, em última análise, não tenha príncipio, meio, nem fim.

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Longa a viagem de Taylor Deupree, enquanto produtor de música electrónica. Apresentado como o seu 14º álbum a solo, é naturalmente um produto da acumulação de experiência e visões periféricas na música. O som é difuso, orgânico, processado mas simultaneamante intuitivo, como se Jan Jelinek e Tim Hecker acertassem um negócio. Grão, espacialidade, pintura paisagística e uma qualidade "usada" que acrescenta familiaridade à experiência, ainda que nos escape qualquer localização e assentamento cronológico. "Harbor" dirige-se para lado nenhum, reciclando a própria matéria para que, em última análise, não tenha príncipio, meio, nem fim.