
Fucked on a Pile of Corpses
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Skullflower Ă© a encarnação musical que surge depois do tĂ©rmino de Total, projecto de Matthew Bower e John Godbert que contavam com discos na Broken Flag, Pure, entre outras editoras do culto noise/industrial dos 80s/90s. "Fucked on a Pile of Corpses" Ă© um disco de Skullflower jĂĄ nos anos 00, mas com o mesmo espĂrito de ediçÔes mais antigas. Nesta gravação, hĂĄ uma bateria pouco definida que, em vez de adicionar ritmo, sobrepĂ”e a sua força animal Ă s ondas violentas de ruĂdo emanadas pela dupla de guitarras e pelo baixo - este Ășltimo tĂŁo estridente como os outros instrumentos - revelando torrentes agressivas de barulho, com cadĂȘncia prĂłpria, levando-nos para um estado de trance forçado. De cor monocromĂĄtica, e com o knob de estridĂȘncia no mĂĄximo, os agudos hostis que as guitarras fazem revelar sĂŁo o punctum deste disco, mostrando agitação e movimento numa camada de som aparentemente inerte. Percepção levada para os feedbacks gritantes que ressoam aquando da paragem do strumming das guitarras, os drones subreptĂcios que se vĂŁo revelando na mistura do disco e do low end selvagem que aguenta com vigor todo o caos quase impercetĂvel que se lhe sobrepĂ”e (entre outras coisas, o dĂ©bil reconhecimento de um flanger). A transição de "Defiling Their Temples with Bestial Lust" para "Anubis Station", e tambĂ©m da "Tantrik Ass Rape" para a "Sleipnir", sem qualquer tipo de pausas, revelam bem a ferocidade do disco, sendo que a Ășltima "Sleipnir" Ă© uma ode ao black metal lo-fi, com uma bateria numa torrente de blast beats que fazem o mĂĄximo por acompanhar o ruĂdo agudo das guitarras. Bom ponto de partida para quem se quer aventurar pelo universo do noise (talvez mais fĂĄcil devido Ă familiaridade dos instrumentos aqui apresentados, sendo uma banda de rock a fazer o mĂĄximo por chegar aos vermelhos, tal como faziam os Hijokaidan).
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Skullflower Ă© a encarnação musical que surge depois do tĂ©rmino de Total, projecto de Matthew Bower e John Godbert que contavam com discos na Broken Flag, Pure, entre outras editoras do culto noise/industrial dos 80s/90s. "Fucked on a Pile of Corpses" Ă© um disco de Skullflower jĂĄ nos anos 00, mas com o mesmo espĂrito de ediçÔes mais antigas. Nesta gravação, hĂĄ uma bateria pouco definida que, em vez de adicionar ritmo, sobrepĂ”e a sua força animal Ă s ondas violentas de ruĂdo emanadas pela dupla de guitarras e pelo baixo - este Ășltimo tĂŁo estridente como os outros instrumentos - revelando torrentes agressivas de barulho, com cadĂȘncia prĂłpria, levando-nos para um estado de trance forçado. De cor monocromĂĄtica, e com o knob de estridĂȘncia no mĂĄximo, os agudos hostis que as guitarras fazem revelar sĂŁo o punctum deste disco, mostrando agitação e movimento numa camada de som aparentemente inerte. Percepção levada para os feedbacks gritantes que ressoam aquando da paragem do strumming das guitarras, os drones subreptĂcios que se vĂŁo revelando na mistura do disco e do low end selvagem que aguenta com vigor todo o caos quase impercetĂvel que se lhe sobrepĂ”e (entre outras coisas, o dĂ©bil reconhecimento de um flanger). A transição de "Defiling Their Temples with Bestial Lust" para "Anubis Station", e tambĂ©m da "Tantrik Ass Rape" para a "Sleipnir", sem qualquer tipo de pausas, revelam bem a ferocidade do disco, sendo que a Ășltima "Sleipnir" Ă© uma ode ao black metal lo-fi, com uma bateria numa torrente de blast beats que fazem o mĂĄximo por acompanhar o ruĂdo agudo das guitarras. Bom ponto de partida para quem se quer aventurar pelo universo do noise (talvez mais fĂĄcil devido Ă familiaridade dos instrumentos aqui apresentados, sendo uma banda de rock a fazer o mĂĄximo por chegar aos vermelhos, tal como faziam os Hijokaidan).
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Skullflower Ă© a encarnação musical que surge depois do tĂ©rmino de Total, projecto de Matthew Bower e John Godbert que contavam com discos na Broken Flag, Pure, entre outras editoras do culto noise/industrial dos 80s/90s. "Fucked on a Pile of Corpses" Ă© um disco de Skullflower jĂĄ nos anos 00, mas com o mesmo espĂrito de ediçÔes mais antigas. Nesta gravação, hĂĄ uma bateria pouco definida que, em vez de adicionar ritmo, sobrepĂ”e a sua força animal Ă s ondas violentas de ruĂdo emanadas pela dupla de guitarras e pelo baixo - este Ășltimo tĂŁo estridente como os outros instrumentos - revelando torrentes agressivas de barulho, com cadĂȘncia prĂłpria, levando-nos para um estado de trance forçado. De cor monocromĂĄtica, e com o knob de estridĂȘncia no mĂĄximo, os agudos hostis que as guitarras fazem revelar sĂŁo o punctum deste disco, mostrando agitação e movimento numa camada de som aparentemente inerte. Percepção levada para os feedbacks gritantes que ressoam aquando da paragem do strumming das guitarras, os drones subreptĂcios que se vĂŁo revelando na mistura do disco e do low end selvagem que aguenta com vigor todo o caos quase impercetĂvel que se lhe sobrepĂ”e (entre outras coisas, o dĂ©bil reconhecimento de um flanger). A transição de "Defiling Their Temples with Bestial Lust" para "Anubis Station", e tambĂ©m da "Tantrik Ass Rape" para a "Sleipnir", sem qualquer tipo de pausas, revelam bem a ferocidade do disco, sendo que a Ășltima "Sleipnir" Ă© uma ode ao black metal lo-fi, com uma bateria numa torrente de blast beats que fazem o mĂĄximo por acompanhar o ruĂdo agudo das guitarras. Bom ponto de partida para quem se quer aventurar pelo universo do noise (talvez mais fĂĄcil devido Ă familiaridade dos instrumentos aqui apresentados, sendo uma banda de rock a fazer o mĂĄximo por chegar aos vermelhos, tal como faziam os Hijokaidan).












