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The End
"The End" nĂŁo foi o fim de Shlohmo, mas o princĂpio do fim? DirĂamos isso se nĂŁo houvesse um novo Shlohmo em 2025. Mas isso Ă© texto para outro dia. "The End", lançado em 2019, Ă© fruto dos vĂcios da dĂ©cada onde saiu (a guitarra, o beat e a vibe geral de "Rock Music" nĂŁo podiam ser mais resultado do seu tempo, qual sequela directa do fenĂłmeno Witch House). Linhas de baixo cantantes, uma aura geral de casa assombrada com execução cirĂșrgica no que no campo das batidas diz respeito - todas elas largamente influenciadas por 808s e toda a lĂłgica do hip-hop influenciado por Memphis Rap, do Trap ao drill de Chicago. A guitarra Ă© um dos instrumentos focais neste disco, com uma progressĂŁo de acordes a musicar o tema tĂtulo, emparelhado com um xilofone que lhe confere, novamente, aura mĂstica. "Eating Away" volta aos vĂcios de discos como "Bad Vibes" e atrofia com os samples em cena, recolhendo mais da estĂ©tica glitch, sobrepondo-a sobre a lĂłgica de uma batida trap, prĂłpria do final da dĂ©cada passada. Por Ășltimo, e para surpresa de todos, "Headache of the Year" demonstra uma clara influĂȘncia Doom Metal, aproveitando a cadĂȘncia lenta para uma exibição de fusĂŁo estilĂstica entre mĂșsica assumidamente de guitarra e a componente mais electrĂłnica do hip-hop. Shlohmo prova, em "The End", que nĂŁo tem nada a provar a ninguĂ©m, criando um disco que aglomera referĂȘncias (da sua prĂłpria dĂ©cada e de uma vida, nĂŁo fosse a guitarra o instrumento principal do disco) sem soar derivativo, actualizando-se a si mesmo e apontando para novas direcçÔes. Isto em 2019. Como serĂĄ Shlohmo em 2025?
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The Endâ
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The End
"The End" nĂŁo foi o fim de Shlohmo, mas o princĂpio do fim? DirĂamos isso se nĂŁo houvesse um novo Shlohmo em 2025. Mas isso Ă© texto para outro dia. "The End", lançado em 2019, Ă© fruto dos vĂcios da dĂ©cada onde saiu (a guitarra, o beat e a vibe geral de "Rock Music" nĂŁo podiam ser mais resultado do seu tempo, qual sequela directa do fenĂłmeno Witch House). Linhas de baixo cantantes, uma aura geral de casa assombrada com execução cirĂșrgica no que no campo das batidas diz respeito - todas elas largamente influenciadas por 808s e toda a lĂłgica do hip-hop influenciado por Memphis Rap, do Trap ao drill de Chicago. A guitarra Ă© um dos instrumentos focais neste disco, com uma progressĂŁo de acordes a musicar o tema tĂtulo, emparelhado com um xilofone que lhe confere, novamente, aura mĂstica. "Eating Away" volta aos vĂcios de discos como "Bad Vibes" e atrofia com os samples em cena, recolhendo mais da estĂ©tica glitch, sobrepondo-a sobre a lĂłgica de uma batida trap, prĂłpria do final da dĂ©cada passada. Por Ășltimo, e para surpresa de todos, "Headache of the Year" demonstra uma clara influĂȘncia Doom Metal, aproveitando a cadĂȘncia lenta para uma exibição de fusĂŁo estilĂstica entre mĂșsica assumidamente de guitarra e a componente mais electrĂłnica do hip-hop. Shlohmo prova, em "The End", que nĂŁo tem nada a provar a ninguĂ©m, criando um disco que aglomera referĂȘncias (da sua prĂłpria dĂ©cada e de uma vida, nĂŁo fosse a guitarra o instrumento principal do disco) sem soar derivativo, actualizando-se a si mesmo e apontando para novas direcçÔes. Isto em 2019. Como serĂĄ Shlohmo em 2025?
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"The End" nĂŁo foi o fim de Shlohmo, mas o princĂpio do fim? DirĂamos isso se nĂŁo houvesse um novo Shlohmo em 2025. Mas isso Ă© texto para outro dia. "The End", lançado em 2019, Ă© fruto dos vĂcios da dĂ©cada onde saiu (a guitarra, o beat e a vibe geral de "Rock Music" nĂŁo podiam ser mais resultado do seu tempo, qual sequela directa do fenĂłmeno Witch House). Linhas de baixo cantantes, uma aura geral de casa assombrada com execução cirĂșrgica no que no campo das batidas diz respeito - todas elas largamente influenciadas por 808s e toda a lĂłgica do hip-hop influenciado por Memphis Rap, do Trap ao drill de Chicago. A guitarra Ă© um dos instrumentos focais neste disco, com uma progressĂŁo de acordes a musicar o tema tĂtulo, emparelhado com um xilofone que lhe confere, novamente, aura mĂstica. "Eating Away" volta aos vĂcios de discos como "Bad Vibes" e atrofia com os samples em cena, recolhendo mais da estĂ©tica glitch, sobrepondo-a sobre a lĂłgica de uma batida trap, prĂłpria do final da dĂ©cada passada. Por Ășltimo, e para surpresa de todos, "Headache of the Year" demonstra uma clara influĂȘncia Doom Metal, aproveitando a cadĂȘncia lenta para uma exibição de fusĂŁo estilĂstica entre mĂșsica assumidamente de guitarra e a componente mais electrĂłnica do hip-hop. Shlohmo prova, em "The End", que nĂŁo tem nada a provar a ninguĂ©m, criando um disco que aglomera referĂȘncias (da sua prĂłpria dĂ©cada e de uma vida, nĂŁo fosse a guitarra o instrumento principal do disco) sem soar derivativo, actualizando-se a si mesmo e apontando para novas direcçÔes. Isto em 2019. Como serĂĄ Shlohmo em 2025?












