
Barbados Wild Horses
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Passaram dez anos sem Monopoly Child Star Searchers lançarem mĂșsica nova. A procura por um lugar de felicidade eterna permanece. Artista de ilhas, nĂŁo fosse a sua mĂșsica uma ilha, Spencer Clark aproveitou uma estadia prolongada nas CanĂĄrias para exprimir contemplação, apreço e romantismo. Para o ajudar, convidou Cameron Stallones, melhor, a guitarra de Sun Araw para criar um fio em duas das peças, que aproxima âBarbados Wild Horsesâ de um trip dub autossatisfatĂłria. O efeito, contĂnuo, Ă© hipnĂłtico e a histĂłria faz-nos pensar naturalmente em kosmische. Contudo, começa a ser injusto reportar um estilo associado a uma geografia a mĂșsicos que ainda nĂŁo eram nascidos antes disso tudo ter começado e que, ao longo das Ășltimas duas dĂ©cadas, procuraram e encontraram o seu caminho. âBarbados Wild Horsesâ tem aquele pulso do momento, de mĂșsica que encontra a sua forma de estar e a prolonga atravĂ©s da concretização das suas ideias. Parece fĂĄcil, mas pense-se nos universos que Spencer Clark criou ao longo de duas dĂ©cadas e como os seus lugares sĂŁo distintos e, por inevitabilidade, cheios de sinais de transcendĂȘncia. Para os que jĂĄ cĂĄ estĂŁo, um novo disco de Spencer Clark baralha os sentidos, obriga a redescobrir tudo; para os outros, Ă© como abrir uma caixa secreta de onde sai luz. Procura-se e encontra-se uma espĂ©cie de eternidade, como se Atlantis existisse em Marte.
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Passaram dez anos sem Monopoly Child Star Searchers lançarem mĂșsica nova. A procura por um lugar de felicidade eterna permanece. Artista de ilhas, nĂŁo fosse a sua mĂșsica uma ilha, Spencer Clark aproveitou uma estadia prolongada nas CanĂĄrias para exprimir contemplação, apreço e romantismo. Para o ajudar, convidou Cameron Stallones, melhor, a guitarra de Sun Araw para criar um fio em duas das peças, que aproxima âBarbados Wild Horsesâ de um trip dub autossatisfatĂłria. O efeito, contĂnuo, Ă© hipnĂłtico e a histĂłria faz-nos pensar naturalmente em kosmische. Contudo, começa a ser injusto reportar um estilo associado a uma geografia a mĂșsicos que ainda nĂŁo eram nascidos antes disso tudo ter começado e que, ao longo das Ășltimas duas dĂ©cadas, procuraram e encontraram o seu caminho. âBarbados Wild Horsesâ tem aquele pulso do momento, de mĂșsica que encontra a sua forma de estar e a prolonga atravĂ©s da concretização das suas ideias. Parece fĂĄcil, mas pense-se nos universos que Spencer Clark criou ao longo de duas dĂ©cadas e como os seus lugares sĂŁo distintos e, por inevitabilidade, cheios de sinais de transcendĂȘncia. Para os que jĂĄ cĂĄ estĂŁo, um novo disco de Spencer Clark baralha os sentidos, obriga a redescobrir tudo; para os outros, Ă© como abrir uma caixa secreta de onde sai luz. Procura-se e encontra-se uma espĂ©cie de eternidade, como se Atlantis existisse em Marte.
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Passaram dez anos sem Monopoly Child Star Searchers lançarem mĂșsica nova. A procura por um lugar de felicidade eterna permanece. Artista de ilhas, nĂŁo fosse a sua mĂșsica uma ilha, Spencer Clark aproveitou uma estadia prolongada nas CanĂĄrias para exprimir contemplação, apreço e romantismo. Para o ajudar, convidou Cameron Stallones, melhor, a guitarra de Sun Araw para criar um fio em duas das peças, que aproxima âBarbados Wild Horsesâ de um trip dub autossatisfatĂłria. O efeito, contĂnuo, Ă© hipnĂłtico e a histĂłria faz-nos pensar naturalmente em kosmische. Contudo, começa a ser injusto reportar um estilo associado a uma geografia a mĂșsicos que ainda nĂŁo eram nascidos antes disso tudo ter começado e que, ao longo das Ășltimas duas dĂ©cadas, procuraram e encontraram o seu caminho. âBarbados Wild Horsesâ tem aquele pulso do momento, de mĂșsica que encontra a sua forma de estar e a prolonga atravĂ©s da concretização das suas ideias. Parece fĂĄcil, mas pense-se nos universos que Spencer Clark criou ao longo de duas dĂ©cadas e como os seus lugares sĂŁo distintos e, por inevitabilidade, cheios de sinais de transcendĂȘncia. Para os que jĂĄ cĂĄ estĂŁo, um novo disco de Spencer Clark baralha os sentidos, obriga a redescobrir tudo; para os outros, Ă© como abrir uma caixa secreta de onde sai luz. Procura-se e encontra-se uma espĂ©cie de eternidade, como se Atlantis existisse em Marte.











