
KI-Motion
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Cronologicamente, âKi-Motionâ Ă© anterior aos dois ĂĄlbuns atĂ© agora reeditados de Midori Takada. Este Ă© o seu ensemble em gravaçÔes de 1981, buscando em Ăfrica a inspiração para o minimalismo rĂtmico que ouvimos. Marimba, vibrafone e outros instrumentos de percussĂŁo tecem uma narrativa auto-explicativa que começa e termina na noção de ritmo como espelho da vida. âAngwora Stepsâ destaca-se das restantes composiçÔes pela intensidade do tom e a ambiĂȘncia gorda de uma espĂ©cie de big band de percussĂŁo. Por associação, na procura de referĂȘncias, ouvimos ecos de algumas bandas sonoras com cenĂĄrios no Oriente (âMerry Christmas Mr. lawrenceâ de Ryuichi Sakamoto ou âThe Killing Fieldsâ de Mike Oldfield, por exemplo), ainda uma vaga memĂłria de Jon Hassell, mas o modo como Midori Takada conduz este salto entre continentes (Ăfrica â Ăsia) Ă© conciso e percorre o seu prĂłprio caminho. Menos ambiental que âThrough The Looking Glassâ e âLunar Cruiseâ, âKi-Motionâ procura reflectir a dinĂąmica natural da energia vital Ki que, de acordo com a tradição oriental, percorre todas as coisas. Muito especial.
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Cronologicamente, âKi-Motionâ Ă© anterior aos dois ĂĄlbuns atĂ© agora reeditados de Midori Takada. Este Ă© o seu ensemble em gravaçÔes de 1981, buscando em Ăfrica a inspiração para o minimalismo rĂtmico que ouvimos. Marimba, vibrafone e outros instrumentos de percussĂŁo tecem uma narrativa auto-explicativa que começa e termina na noção de ritmo como espelho da vida. âAngwora Stepsâ destaca-se das restantes composiçÔes pela intensidade do tom e a ambiĂȘncia gorda de uma espĂ©cie de big band de percussĂŁo. Por associação, na procura de referĂȘncias, ouvimos ecos de algumas bandas sonoras com cenĂĄrios no Oriente (âMerry Christmas Mr. lawrenceâ de Ryuichi Sakamoto ou âThe Killing Fieldsâ de Mike Oldfield, por exemplo), ainda uma vaga memĂłria de Jon Hassell, mas o modo como Midori Takada conduz este salto entre continentes (Ăfrica â Ăsia) Ă© conciso e percorre o seu prĂłprio caminho. Menos ambiental que âThrough The Looking Glassâ e âLunar Cruiseâ, âKi-Motionâ procura reflectir a dinĂąmica natural da energia vital Ki que, de acordo com a tradição oriental, percorre todas as coisas. Muito especial.
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Cronologicamente, âKi-Motionâ Ă© anterior aos dois ĂĄlbuns atĂ© agora reeditados de Midori Takada. Este Ă© o seu ensemble em gravaçÔes de 1981, buscando em Ăfrica a inspiração para o minimalismo rĂtmico que ouvimos. Marimba, vibrafone e outros instrumentos de percussĂŁo tecem uma narrativa auto-explicativa que começa e termina na noção de ritmo como espelho da vida. âAngwora Stepsâ destaca-se das restantes composiçÔes pela intensidade do tom e a ambiĂȘncia gorda de uma espĂ©cie de big band de percussĂŁo. Por associação, na procura de referĂȘncias, ouvimos ecos de algumas bandas sonoras com cenĂĄrios no Oriente (âMerry Christmas Mr. lawrenceâ de Ryuichi Sakamoto ou âThe Killing Fieldsâ de Mike Oldfield, por exemplo), ainda uma vaga memĂłria de Jon Hassell, mas o modo como Midori Takada conduz este salto entre continentes (Ăfrica â Ăsia) Ă© conciso e percorre o seu prĂłprio caminho. Menos ambiental que âThrough The Looking Glassâ e âLunar Cruiseâ, âKi-Motionâ procura reflectir a dinĂąmica natural da energia vital Ki que, de acordo com a tradição oriental, percorre todas as coisas. Muito especial.












