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Join The Future
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Join The Future

Join The Future

Paperback, 324 pp, 13.8 x 21.6 cm


É frequente as mudanças de dĂ©cada estarem associadas a mudanças de paradigma, mas tambĂ©m parece existir uma concentração especial de energia no final de cada dĂ©cada que possivelmente expressa a vontade da geração corrente exibir uma identidade ou antecipar, de alguma forma, o futuro e tornĂĄ-lo seu. “Join The Future”, precisamente (tĂ­tulo igual ao do maxi de 1991 dos Tuff Little Unit). Matt Anniss contribui regularmente para a DJ Mag e Resident Advisor, e a ideia para o livro começou a formar-se quando, em 2010, se viu na circunstĂąncia de explicar a alguns jovens DJs ingleses onde estavam as origens da cena Bass que saiu do dubstep para se chamar UK Funky ou UK Bass ainda na primeira dĂ©cada dos 2000. Tudo começou em cidades como Sheffield ou Leeds, no Norte, e resulta, simplificando, de uma evolução da cultura jamaicana de sound systems (o peso do Baixo) e seu cruzamento com os novos sons que chegavam de Detroit e Chicago. O livro procura apontar nova luz ao nascimento do Bleep, uma cena relativamente fugaz (1989-1991) mas suficiente para catapultar uma faixa estranha como “LFO” dos LFO atĂ© ao 12Âș lugar no top inglĂȘs de singles em 1990 e contaminar, assim, nĂŁo sĂł produtores nascentes mas tambĂ©m nomes estabelecidos. Soava como o futuro, no fechar de uma dĂ©cada em que os videojogos e os seus sons caracterĂ­sticos entraram em muitas cabeças. Kraftwerk, Yellow Magic Orchestra, Depeche Mode, techno de Detroit, house de Chicago, as compilaçÔes electro “Street Sounds”, os bailes jamaicanos, estas vĂĄrias referĂȘncias e experiĂȘncias convergiram para um novo som de dança robĂłtico e futurista.

$5.25

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Paperback, 324 pp, 13.8 x 21.6 cm


É frequente as mudanças de dĂ©cada estarem associadas a mudanças de paradigma, mas tambĂ©m parece existir uma concentração especial de energia no final de cada dĂ©cada que possivelmente expressa a vontade da geração corrente exibir uma identidade ou antecipar, de alguma forma, o futuro e tornĂĄ-lo seu. “Join The Future”, precisamente (tĂ­tulo igual ao do maxi de 1991 dos Tuff Little Unit). Matt Anniss contribui regularmente para a DJ Mag e Resident Advisor, e a ideia para o livro começou a formar-se quando, em 2010, se viu na circunstĂąncia de explicar a alguns jovens DJs ingleses onde estavam as origens da cena Bass que saiu do dubstep para se chamar UK Funky ou UK Bass ainda na primeira dĂ©cada dos 2000. Tudo começou em cidades como Sheffield ou Leeds, no Norte, e resulta, simplificando, de uma evolução da cultura jamaicana de sound systems (o peso do Baixo) e seu cruzamento com os novos sons que chegavam de Detroit e Chicago. O livro procura apontar nova luz ao nascimento do Bleep, uma cena relativamente fugaz (1989-1991) mas suficiente para catapultar uma faixa estranha como “LFO” dos LFO atĂ© ao 12Âș lugar no top inglĂȘs de singles em 1990 e contaminar, assim, nĂŁo sĂł produtores nascentes mas tambĂ©m nomes estabelecidos. Soava como o futuro, no fechar de uma dĂ©cada em que os videojogos e os seus sons caracterĂ­sticos entraram em muitas cabeças. Kraftwerk, Yellow Magic Orchestra, Depeche Mode, techno de Detroit, house de Chicago, as compilaçÔes electro “Street Sounds”, os bailes jamaicanos, estas vĂĄrias referĂȘncias e experiĂȘncias convergiram para um novo som de dança robĂłtico e futurista.

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Paperback, 324 pp, 13.8 x 21.6 cm


É frequente as mudanças de dĂ©cada estarem associadas a mudanças de paradigma, mas tambĂ©m parece existir uma concentração especial de energia no final de cada dĂ©cada que possivelmente expressa a vontade da geração corrente exibir uma identidade ou antecipar, de alguma forma, o futuro e tornĂĄ-lo seu. “Join The Future”, precisamente (tĂ­tulo igual ao do maxi de 1991 dos Tuff Little Unit). Matt Anniss contribui regularmente para a DJ Mag e Resident Advisor, e a ideia para o livro começou a formar-se quando, em 2010, se viu na circunstĂąncia de explicar a alguns jovens DJs ingleses onde estavam as origens da cena Bass que saiu do dubstep para se chamar UK Funky ou UK Bass ainda na primeira dĂ©cada dos 2000. Tudo começou em cidades como Sheffield ou Leeds, no Norte, e resulta, simplificando, de uma evolução da cultura jamaicana de sound systems (o peso do Baixo) e seu cruzamento com os novos sons que chegavam de Detroit e Chicago. O livro procura apontar nova luz ao nascimento do Bleep, uma cena relativamente fugaz (1989-1991) mas suficiente para catapultar uma faixa estranha como “LFO” dos LFO atĂ© ao 12Âș lugar no top inglĂȘs de singles em 1990 e contaminar, assim, nĂŁo sĂł produtores nascentes mas tambĂ©m nomes estabelecidos. Soava como o futuro, no fechar de uma dĂ©cada em que os videojogos e os seus sons caracterĂ­sticos entraram em muitas cabeças. Kraftwerk, Yellow Magic Orchestra, Depeche Mode, techno de Detroit, house de Chicago, as compilaçÔes electro “Street Sounds”, os bailes jamaicanos, estas vĂĄrias referĂȘncias e experiĂȘncias convergiram para um novo som de dança robĂłtico e futurista.