
Raw Silk Uncut Wood
Disco talvez menos tĂpico de Laurel Halo, na força de trabalho recente na banda sonora para Possessedâ, do atelier de design Metahaven, e da assimilação da tradução de Ursula Le Guin para o clĂĄssico Tao Te Ching. âMercuryâ coloca o piano em jogo com apontamentos discretos de percussĂŁo, num contexto jazz muito atmosfĂ©rico, mas o ĂĄlbum nĂŁo se define, de todo, assim. O piano volta a estar na frente em âQuietudeâ, num contexto que parece em igual medida de improvisação e de arrojo vanguardista na mĂșsica âclĂĄssicaâ do princĂpio do sĂ©culo XX. âThe Sick Mindâ prolonga a permanĂȘncia nesse Ășltimo cenĂĄrio, enquanto âSupineâ avança algumas dĂ©cadas para a experimentação electro-acĂșstica prĂłxima das vanguardas dos 60s e 70s. âRaw Silk Uncut Woodâ termina mergulhado em cordas (âNahbarkeitâ), por vezes com um alcance Ă©pico que reconhecemos de nomes como Wolfgang Voigt / Gas. NĂŁo Ă© com certeza justo falar em afirmação de maturidade, essa expressĂŁo surge apenas pela caracterĂstica mais solene da mĂșsica que Laurel Halo aqui apresenta. No nosso painel, ela tem pouco ou nada a provar.
Original: $21.00
-65%$21.00
$7.35Raw Silk Uncut Wood
Disco talvez menos tĂpico de Laurel Halo, na força de trabalho recente na banda sonora para Possessedâ, do atelier de design Metahaven, e da assimilação da tradução de Ursula Le Guin para o clĂĄssico Tao Te Ching. âMercuryâ coloca o piano em jogo com apontamentos discretos de percussĂŁo, num contexto jazz muito atmosfĂ©rico, mas o ĂĄlbum nĂŁo se define, de todo, assim. O piano volta a estar na frente em âQuietudeâ, num contexto que parece em igual medida de improvisação e de arrojo vanguardista na mĂșsica âclĂĄssicaâ do princĂpio do sĂ©culo XX. âThe Sick Mindâ prolonga a permanĂȘncia nesse Ășltimo cenĂĄrio, enquanto âSupineâ avança algumas dĂ©cadas para a experimentação electro-acĂșstica prĂłxima das vanguardas dos 60s e 70s. âRaw Silk Uncut Woodâ termina mergulhado em cordas (âNahbarkeitâ), por vezes com um alcance Ă©pico que reconhecemos de nomes como Wolfgang Voigt / Gas. NĂŁo Ă© com certeza justo falar em afirmação de maturidade, essa expressĂŁo surge apenas pela caracterĂstica mais solene da mĂșsica que Laurel Halo aqui apresenta. No nosso painel, ela tem pouco ou nada a provar.
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Disco talvez menos tĂpico de Laurel Halo, na força de trabalho recente na banda sonora para Possessedâ, do atelier de design Metahaven, e da assimilação da tradução de Ursula Le Guin para o clĂĄssico Tao Te Ching. âMercuryâ coloca o piano em jogo com apontamentos discretos de percussĂŁo, num contexto jazz muito atmosfĂ©rico, mas o ĂĄlbum nĂŁo se define, de todo, assim. O piano volta a estar na frente em âQuietudeâ, num contexto que parece em igual medida de improvisação e de arrojo vanguardista na mĂșsica âclĂĄssicaâ do princĂpio do sĂ©culo XX. âThe Sick Mindâ prolonga a permanĂȘncia nesse Ășltimo cenĂĄrio, enquanto âSupineâ avança algumas dĂ©cadas para a experimentação electro-acĂșstica prĂłxima das vanguardas dos 60s e 70s. âRaw Silk Uncut Woodâ termina mergulhado em cordas (âNahbarkeitâ), por vezes com um alcance Ă©pico que reconhecemos de nomes como Wolfgang Voigt / Gas. NĂŁo Ă© com certeza justo falar em afirmação de maturidade, essa expressĂŁo surge apenas pela caracterĂstica mais solene da mĂșsica que Laurel Halo aqui apresenta. No nosso painel, ela tem pouco ou nada a provar.












