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“Have One On Me”, o triplo-maravilha de 2010, colocou Joanna Newsom num patamar luminoso onde estão os autores de quem devemos prestar redrobrada atenção e cuidada vassalagem. Disco imenso, ambicioso, repleto de música, ideias e arranjos de topo, deixou a óbvia pergunta no ar: o que virá depois disto? A resposta demorou 5 anos, preenchidos com namoro e casamento de Hollywood, e uma perninha jeitosa no mundo do cinema – “Vício Inerente” de Paul Thomas Anderson. Há um ligeiro retorno à estrutura pop, sem tanto eco de câmara e de vestimentas mais clássicas, embora os dias de “The Milk-Eyed Mender” estejam definitivamente para trás. Na verdade, podemos ver até “Divers” como um momento bissectriz entre os dois lados que conhecemos de Joanna Newsom: arranjos de Nico Muhly de um lado, arranjos de Dave “Dirty Projectors” Longstreth por outro; a canção “Sapokanikan” que serve todos os propósitos de um single, e “Divers”, com 7 minutos, tocados integralmente por Newsom, volta a oferecer-nos “Have One On Me”; “A Pin-Light Bent” é harpa e voz, e “Time, As Symptom”, imediatamente a seguir, Joanna acompanha-se com a Filarmónica de Praga. Sim, bastaria ouvir “Have One On Me” para percebermos como Newsom dobrou as regras da pop, mas “Divers”, ao aproximar-se mais perto desse género, prova de uma vez por todas quanto a escrita desta norte-americana é importante – e original – para todos nós. Um único defeito: parecer pequeno, depois do triplo e de cinco anos de espera.

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“Have One On Me”, o triplo-maravilha de 2010, colocou Joanna Newsom num patamar luminoso onde estão os autores de quem devemos prestar redrobrada atenção e cuidada vassalagem. Disco imenso, ambicioso, repleto de música, ideias e arranjos de topo, deixou a óbvia pergunta no ar: o que virá depois disto? A resposta demorou 5 anos, preenchidos com namoro e casamento de Hollywood, e uma perninha jeitosa no mundo do cinema – “Vício Inerente” de Paul Thomas Anderson. Há um ligeiro retorno à estrutura pop, sem tanto eco de câmara e de vestimentas mais clássicas, embora os dias de “The Milk-Eyed Mender” estejam definitivamente para trás. Na verdade, podemos ver até “Divers” como um momento bissectriz entre os dois lados que conhecemos de Joanna Newsom: arranjos de Nico Muhly de um lado, arranjos de Dave “Dirty Projectors” Longstreth por outro; a canção “Sapokanikan” que serve todos os propósitos de um single, e “Divers”, com 7 minutos, tocados integralmente por Newsom, volta a oferecer-nos “Have One On Me”; “A Pin-Light Bent” é harpa e voz, e “Time, As Symptom”, imediatamente a seguir, Joanna acompanha-se com a Filarmónica de Praga. Sim, bastaria ouvir “Have One On Me” para percebermos como Newsom dobrou as regras da pop, mas “Divers”, ao aproximar-se mais perto desse género, prova de uma vez por todas quanto a escrita desta norte-americana é importante – e original – para todos nós. Um único defeito: parecer pequeno, depois do triplo e de cinco anos de espera.

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“Have One On Me”, o triplo-maravilha de 2010, colocou Joanna Newsom num patamar luminoso onde estão os autores de quem devemos prestar redrobrada atenção e cuidada vassalagem. Disco imenso, ambicioso, repleto de música, ideias e arranjos de topo, deixou a óbvia pergunta no ar: o que virá depois disto? A resposta demorou 5 anos, preenchidos com namoro e casamento de Hollywood, e uma perninha jeitosa no mundo do cinema – “Vício Inerente” de Paul Thomas Anderson. Há um ligeiro retorno à estrutura pop, sem tanto eco de câmara e de vestimentas mais clássicas, embora os dias de “The Milk-Eyed Mender” estejam definitivamente para trás. Na verdade, podemos ver até “Divers” como um momento bissectriz entre os dois lados que conhecemos de Joanna Newsom: arranjos de Nico Muhly de um lado, arranjos de Dave “Dirty Projectors” Longstreth por outro; a canção “Sapokanikan” que serve todos os propósitos de um single, e “Divers”, com 7 minutos, tocados integralmente por Newsom, volta a oferecer-nos “Have One On Me”; “A Pin-Light Bent” é harpa e voz, e “Time, As Symptom”, imediatamente a seguir, Joanna acompanha-se com a Filarmónica de Praga. Sim, bastaria ouvir “Have One On Me” para percebermos como Newsom dobrou as regras da pop, mas “Divers”, ao aproximar-se mais perto desse género, prova de uma vez por todas quanto a escrita desta norte-americana é importante – e original – para todos nós. Um único defeito: parecer pequeno, depois do triplo e de cinco anos de espera.

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