
Crumbling the Antiseptic Beauty
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O maravilhoso instrumental âEvergreen Dazedâ, que abre o disco, revela toda a arte do guitarrista Maurice Deebank, que Lawrence chamou para a banda depois de ele lhe ter afinado a guitarra em trĂȘs tempos. Considerado por alguns como âpai da guitarra indieâ, Deebank moldou decisivamente todo o som dos primeiros ĂĄlbuns de Felt. Os complicados e belos ornamentos de guitarra, em âCrumbling The Antiseptic Beautyâ, juntam-se Ă bateria sem pratos â soando assim muito tribal â e Ă voz oscilante, meiga, de Lawrence. Aqui encontramos, em 1982, parte importante do livro da pop independente inglesa. âFortuneâ Ă© um exemplo superlativo. O rolar da bateria em cançÔes como âBirdmenâ e âCathedralâ evoca o som semelhante que Stephen Morris marcou em âMovementâ dos New Order. A voz de Lawrence paira sobre tudo, largamente ininteligĂvel, um acorde entre acordes, melancĂłlica, um ambiente em si mesma, por vezes um espectro de Lou Reed. Ălbum muito minimalista, homogĂ©neo no som e com um impacto nada diminuĂdo pelos anos â mostrando, aliĂĄs, de onde sai muita gente que pegou em guitarras e começou a cantar depois disto. ImprescindĂvel.
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O maravilhoso instrumental âEvergreen Dazedâ, que abre o disco, revela toda a arte do guitarrista Maurice Deebank, que Lawrence chamou para a banda depois de ele lhe ter afinado a guitarra em trĂȘs tempos. Considerado por alguns como âpai da guitarra indieâ, Deebank moldou decisivamente todo o som dos primeiros ĂĄlbuns de Felt. Os complicados e belos ornamentos de guitarra, em âCrumbling The Antiseptic Beautyâ, juntam-se Ă bateria sem pratos â soando assim muito tribal â e Ă voz oscilante, meiga, de Lawrence. Aqui encontramos, em 1982, parte importante do livro da pop independente inglesa. âFortuneâ Ă© um exemplo superlativo. O rolar da bateria em cançÔes como âBirdmenâ e âCathedralâ evoca o som semelhante que Stephen Morris marcou em âMovementâ dos New Order. A voz de Lawrence paira sobre tudo, largamente ininteligĂvel, um acorde entre acordes, melancĂłlica, um ambiente em si mesma, por vezes um espectro de Lou Reed. Ălbum muito minimalista, homogĂ©neo no som e com um impacto nada diminuĂdo pelos anos â mostrando, aliĂĄs, de onde sai muita gente que pegou em guitarras e começou a cantar depois disto. ImprescindĂvel.
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O maravilhoso instrumental âEvergreen Dazedâ, que abre o disco, revela toda a arte do guitarrista Maurice Deebank, que Lawrence chamou para a banda depois de ele lhe ter afinado a guitarra em trĂȘs tempos. Considerado por alguns como âpai da guitarra indieâ, Deebank moldou decisivamente todo o som dos primeiros ĂĄlbuns de Felt. Os complicados e belos ornamentos de guitarra, em âCrumbling The Antiseptic Beautyâ, juntam-se Ă bateria sem pratos â soando assim muito tribal â e Ă voz oscilante, meiga, de Lawrence. Aqui encontramos, em 1982, parte importante do livro da pop independente inglesa. âFortuneâ Ă© um exemplo superlativo. O rolar da bateria em cançÔes como âBirdmenâ e âCathedralâ evoca o som semelhante que Stephen Morris marcou em âMovementâ dos New Order. A voz de Lawrence paira sobre tudo, largamente ininteligĂvel, um acorde entre acordes, melancĂłlica, um ambiente em si mesma, por vezes um espectro de Lou Reed. Ălbum muito minimalista, homogĂ©neo no som e com um impacto nada diminuĂdo pelos anos â mostrando, aliĂĄs, de onde sai muita gente que pegou em guitarras e começou a cantar depois disto. ImprescindĂvel.












