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Good Cop Bad Cop
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Good Cop Bad Cop

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Gravado em Liverpool em 2003, “Good Cop Bad Cop” tem uma edição tardia mas necessĂĄria, porque Ă© um encontro entre potĂȘncias da mĂșsica improvisada de diferentes polos. Tony Bevan (saxophone), Paul Hession (bateria), Otomo Yoshihide (turntables) e Derek Bailey (guitarra) em contacto e harmonia em mais de uma hora de mĂșsica, criando ligaçÔes entre viagens mais viscerais e outras puramente abstractas e contĂ­guas aos universos de cada um dos mĂșsicos. Nos momentos em que todos os pontos se ligam, “Good Cop Bad Cop” fustiga os limites da improvisação e torna brilhantes e explosivas as frases de cada um dos mĂșsicos.

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Gravado em Liverpool em 2003, “Good Cop Bad Cop” tem uma edição tardia mas necessĂĄria, porque Ă© um encontro entre potĂȘncias da mĂșsica improvisada de diferentes polos. Tony Bevan (saxophone), Paul Hession (bateria), Otomo Yoshihide (turntables) e Derek Bailey (guitarra) em contacto e harmonia em mais de uma hora de mĂșsica, criando ligaçÔes entre viagens mais viscerais e outras puramente abstractas e contĂ­guas aos universos de cada um dos mĂșsicos. Nos momentos em que todos os pontos se ligam, “Good Cop Bad Cop” fustiga os limites da improvisação e torna brilhantes e explosivas as frases de cada um dos mĂșsicos.

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Gravado em Liverpool em 2003, “Good Cop Bad Cop” tem uma edição tardia mas necessĂĄria, porque Ă© um encontro entre potĂȘncias da mĂșsica improvisada de diferentes polos. Tony Bevan (saxophone), Paul Hession (bateria), Otomo Yoshihide (turntables) e Derek Bailey (guitarra) em contacto e harmonia em mais de uma hora de mĂșsica, criando ligaçÔes entre viagens mais viscerais e outras puramente abstractas e contĂ­guas aos universos de cada um dos mĂșsicos. Nos momentos em que todos os pontos se ligam, “Good Cop Bad Cop” fustiga os limites da improvisação e torna brilhantes e explosivas as frases de cada um dos mĂșsicos.