
On The Other Ocean
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Se em 1977 Robert Ashley encontrava a eternidade com âPrivate Partsâ, David Behrman criava ondas de futuro, tambĂ©m no Mills College, com a ajuda de um computador primitivo. A sonoridade nĂŁo Ă© estranha e tem sido revisitada atravĂ©s das reediçÔes e da descoberta de muita mĂșsica feita para computador no final dos anos 1970 e inĂcio da dĂ©cada de 1980. Era mĂșsica que servia publicidade, experiĂȘncias, mas que tambĂ©m começava a ser possĂvel graças Ă chegada dos primeiros computadores pessoais. âOn The Other Oceanâ Ă© uma onda magnĂfica de som, que se expressa pelo diĂĄlogo constante de descoberta em como improvisar com uma mĂĄquina. HĂĄ um lado de inocĂȘncia que se conjuga com uma surpresa em movimento, ligeiras flutuaçÔes que tornam a experiĂȘncia sonora numa aventura concentrada e que gentilmente fornece a estĂ©tica para muita mĂșsica que se faria na dĂ©cada seguinte: e cujas subtilezas ainda hoje sĂŁo padrĂŁo em mĂșsica electrĂłnica/ambiental que segue estas ordens. Uma brisa maravilhosa de descoberta e autodescoberta, de mĂșsica num constante processo de reinvenção. Ainda fresca, mais de quarenta anos depois.
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Se em 1977 Robert Ashley encontrava a eternidade com âPrivate Partsâ, David Behrman criava ondas de futuro, tambĂ©m no Mills College, com a ajuda de um computador primitivo. A sonoridade nĂŁo Ă© estranha e tem sido revisitada atravĂ©s das reediçÔes e da descoberta de muita mĂșsica feita para computador no final dos anos 1970 e inĂcio da dĂ©cada de 1980. Era mĂșsica que servia publicidade, experiĂȘncias, mas que tambĂ©m começava a ser possĂvel graças Ă chegada dos primeiros computadores pessoais. âOn The Other Oceanâ Ă© uma onda magnĂfica de som, que se expressa pelo diĂĄlogo constante de descoberta em como improvisar com uma mĂĄquina. HĂĄ um lado de inocĂȘncia que se conjuga com uma surpresa em movimento, ligeiras flutuaçÔes que tornam a experiĂȘncia sonora numa aventura concentrada e que gentilmente fornece a estĂ©tica para muita mĂșsica que se faria na dĂ©cada seguinte: e cujas subtilezas ainda hoje sĂŁo padrĂŁo em mĂșsica electrĂłnica/ambiental que segue estas ordens. Uma brisa maravilhosa de descoberta e autodescoberta, de mĂșsica num constante processo de reinvenção. Ainda fresca, mais de quarenta anos depois.
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Se em 1977 Robert Ashley encontrava a eternidade com âPrivate Partsâ, David Behrman criava ondas de futuro, tambĂ©m no Mills College, com a ajuda de um computador primitivo. A sonoridade nĂŁo Ă© estranha e tem sido revisitada atravĂ©s das reediçÔes e da descoberta de muita mĂșsica feita para computador no final dos anos 1970 e inĂcio da dĂ©cada de 1980. Era mĂșsica que servia publicidade, experiĂȘncias, mas que tambĂ©m começava a ser possĂvel graças Ă chegada dos primeiros computadores pessoais. âOn The Other Oceanâ Ă© uma onda magnĂfica de som, que se expressa pelo diĂĄlogo constante de descoberta em como improvisar com uma mĂĄquina. HĂĄ um lado de inocĂȘncia que se conjuga com uma surpresa em movimento, ligeiras flutuaçÔes que tornam a experiĂȘncia sonora numa aventura concentrada e que gentilmente fornece a estĂ©tica para muita mĂșsica que se faria na dĂ©cada seguinte: e cujas subtilezas ainda hoje sĂŁo padrĂŁo em mĂșsica electrĂłnica/ambiental que segue estas ordens. Uma brisa maravilhosa de descoberta e autodescoberta, de mĂșsica num constante processo de reinvenção. Ainda fresca, mais de quarenta anos depois.












