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The Feeding Of The 5000 (The Second Sitting)
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The Feeding Of The 5000 (The Second Sitting)

The Feeding Of The 5000 (The Second Sitting)

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Provavelmente o berço do anarco-punk, o disco que tudo começou levanta também a eterna questão do “life imitates art”, onde a música de Crass é um reflexo do estilo de vida que a banda levava, em comunas/ocupas à margem da sociedade, sem a necessidade de dependência governamental - "The Feeding of the 5000" é um ponto de viragem na música punk inglesa. As letras são ácidas - o título do álbum é uma crítica aberta aos milagres bíblicos de Jesus - e confrontam a sociedade e as mentiras que os diversos sistemas nos tentam incutir. A música? Uma sequela do que foi o fenómeno dos Sex Pistols, que de conteúdo tinha muito pouco. Mom atitude DIY e musicalmente mais bruto, duro, a voz de Steve Ignorant é incansável e não pára de acertar nos alvos. Música como expansão da vida e da filosofia dos membros: antifascistas, anti-religião, anti-guerra (“They’ve Got a Bomb” é simultaneamente um tema anti-guerra e uma ode ao 4’33 de John Cage) e anti-capital (a banda fazia questão de vender os discos o mais barato possível). Punk para punks, punk-livre. A instrumentação é somente um veículo para as descargas líricas e ideológicas, mas fica a promessa de que é impossível acharem “The Feeding of the 5000” menos genuíno que "Anarchy in the UK”. Essencial.

$23.00
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Provavelmente o berço do anarco-punk, o disco que tudo começou levanta também a eterna questão do “life imitates art”, onde a música de Crass é um reflexo do estilo de vida que a banda levava, em comunas/ocupas à margem da sociedade, sem a necessidade de dependência governamental - "The Feeding of the 5000" é um ponto de viragem na música punk inglesa. As letras são ácidas - o título do álbum é uma crítica aberta aos milagres bíblicos de Jesus - e confrontam a sociedade e as mentiras que os diversos sistemas nos tentam incutir. A música? Uma sequela do que foi o fenómeno dos Sex Pistols, que de conteúdo tinha muito pouco. Mom atitude DIY e musicalmente mais bruto, duro, a voz de Steve Ignorant é incansável e não pára de acertar nos alvos. Música como expansão da vida e da filosofia dos membros: antifascistas, anti-religião, anti-guerra (“They’ve Got a Bomb” é simultaneamente um tema anti-guerra e uma ode ao 4’33 de John Cage) e anti-capital (a banda fazia questão de vender os discos o mais barato possível). Punk para punks, punk-livre. A instrumentação é somente um veículo para as descargas líricas e ideológicas, mas fica a promessa de que é impossível acharem “The Feeding of the 5000” menos genuíno que "Anarchy in the UK”. Essencial.

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Provavelmente o berço do anarco-punk, o disco que tudo começou levanta também a eterna questão do “life imitates art”, onde a música de Crass é um reflexo do estilo de vida que a banda levava, em comunas/ocupas à margem da sociedade, sem a necessidade de dependência governamental - "The Feeding of the 5000" é um ponto de viragem na música punk inglesa. As letras são ácidas - o título do álbum é uma crítica aberta aos milagres bíblicos de Jesus - e confrontam a sociedade e as mentiras que os diversos sistemas nos tentam incutir. A música? Uma sequela do que foi o fenómeno dos Sex Pistols, que de conteúdo tinha muito pouco. Mom atitude DIY e musicalmente mais bruto, duro, a voz de Steve Ignorant é incansável e não pára de acertar nos alvos. Música como expansão da vida e da filosofia dos membros: antifascistas, anti-religião, anti-guerra (“They’ve Got a Bomb” é simultaneamente um tema anti-guerra e uma ode ao 4’33 de John Cage) e anti-capital (a banda fazia questão de vender os discos o mais barato possível). Punk para punks, punk-livre. A instrumentação é somente um veículo para as descargas líricas e ideológicas, mas fica a promessa de que é impossível acharem “The Feeding of the 5000” menos genuíno que "Anarchy in the UK”. Essencial.