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The Golden Morning Breaks
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The Golden Morning Breaks

The Golden Morning Breaks

Minor handling signs. 2005 release.

Para este novo álbum, Colleen (Cécille Schott) começou por dedicar atenção ao século XVI e às composições de John Dowland (de onde o nome do álbum tirou o seu título); do século XVII retirou ensinamentos das peças para viola de gamba; depois percorreu inúmeros compositores modernos do século XX; alguns estudos sobre a música para kora da África ocidental; e a incontornável música tradicional da Indonésia para gamelão. A simples ideia de samplar aquilo que nos seus ouvidos era sinónimo de perfeição era agora inconcebível. Mas, se isto tudo parece um enredo demasiado complexo, desenganem-se: «The Golden Morning Breaks» é um monumento de simplicidade e depuração, uma demonstração clara da inteligência de Cécille em captar o essencial do nosso mundo para a elaboração do seu. «The Golden Morning Breaks» é uma compilação de ideias em torno das suas novas audições, das suas motivações de tocar ao vivo, da normal necessidade de evolução. Mas também uma suada luta entre som/silêncio, entre brinquedos sonoros/instrumentos clássicos, entre composição/found-sounds e entre música antiga/música contemporânea. A sua principal qualidade consiste em fazer-nos emocionar perante os pequenos sons e melodias, como se fossem apenas induções. Depois, arrepiam-nos os lamentos sonoros quase épicos-em-surdina com que sobrepõe as suas composições. Fica assim provado que «Everyone Alive Wants Answers» não foi um acidente: Colleen já tem dois álbuns essenciais.

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Original: $8.00

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Minor handling signs. 2005 release.

Para este novo álbum, Colleen (Cécille Schott) começou por dedicar atenção ao século XVI e às composições de John Dowland (de onde o nome do álbum tirou o seu título); do século XVII retirou ensinamentos das peças para viola de gamba; depois percorreu inúmeros compositores modernos do século XX; alguns estudos sobre a música para kora da África ocidental; e a incontornável música tradicional da Indonésia para gamelão. A simples ideia de samplar aquilo que nos seus ouvidos era sinónimo de perfeição era agora inconcebível. Mas, se isto tudo parece um enredo demasiado complexo, desenganem-se: «The Golden Morning Breaks» é um monumento de simplicidade e depuração, uma demonstração clara da inteligência de Cécille em captar o essencial do nosso mundo para a elaboração do seu. «The Golden Morning Breaks» é uma compilação de ideias em torno das suas novas audições, das suas motivações de tocar ao vivo, da normal necessidade de evolução. Mas também uma suada luta entre som/silêncio, entre brinquedos sonoros/instrumentos clássicos, entre composição/found-sounds e entre música antiga/música contemporânea. A sua principal qualidade consiste em fazer-nos emocionar perante os pequenos sons e melodias, como se fossem apenas induções. Depois, arrepiam-nos os lamentos sonoros quase épicos-em-surdina com que sobrepõe as suas composições. Fica assim provado que «Everyone Alive Wants Answers» não foi um acidente: Colleen já tem dois álbuns essenciais.

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Minor handling signs. 2005 release.

Para este novo álbum, Colleen (Cécille Schott) começou por dedicar atenção ao século XVI e às composições de John Dowland (de onde o nome do álbum tirou o seu título); do século XVII retirou ensinamentos das peças para viola de gamba; depois percorreu inúmeros compositores modernos do século XX; alguns estudos sobre a música para kora da África ocidental; e a incontornável música tradicional da Indonésia para gamelão. A simples ideia de samplar aquilo que nos seus ouvidos era sinónimo de perfeição era agora inconcebível. Mas, se isto tudo parece um enredo demasiado complexo, desenganem-se: «The Golden Morning Breaks» é um monumento de simplicidade e depuração, uma demonstração clara da inteligência de Cécille em captar o essencial do nosso mundo para a elaboração do seu. «The Golden Morning Breaks» é uma compilação de ideias em torno das suas novas audições, das suas motivações de tocar ao vivo, da normal necessidade de evolução. Mas também uma suada luta entre som/silêncio, entre brinquedos sonoros/instrumentos clássicos, entre composição/found-sounds e entre música antiga/música contemporânea. A sua principal qualidade consiste em fazer-nos emocionar perante os pequenos sons e melodias, como se fossem apenas induções. Depois, arrepiam-nos os lamentos sonoros quase épicos-em-surdina com que sobrepõe as suas composições. Fica assim provado que «Everyone Alive Wants Answers» não foi um acidente: Colleen já tem dois álbuns essenciais.