
Musick To Play In The Dark 2
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A viragem de milĂ©nio trouxe a parte 2 de "Musick To Play in the Dark", progressĂŁo exploratĂłria (como sempre foi) dos Coil em direcçÔes que o olhar corrente considera contrĂĄrias: rumo ao Cosmos e, simultaneamente, em mergulho vertiginoso para o Interior. Com Thighpaulsandra a bordo, nesta encarnação, John Balance e Peter Christopherson equilibram a sua ciĂȘncia sobre uma base mais electrĂłnica, genericamente desformatada (isto Ă© um elogio), sem que se consiga decidir qual o gĂ©nero para catalogar esta mĂșsica. No entanto, se nĂŁo sentem essa necessidade para poder disfrutar de um disco, "Musick To Play In the Dark 2" oferece inĂșmeras delĂcias de confronto com a psique e com um universo sonoro que, incluindo as vozes de John Balance e Rose McDowall, evolui como poesia ondulante, "algures fora do mundo" (tradução livre a partir de Baudelaire). Ano 2000, mĂșsica descrita pelos seus autores como Lunar e mais uma paragem aconselhada, na discografia de Coil, para observarmos que recantos e metamorfoses Balance e Christopherson partilham connosco.
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$12.07Musick To Play In The Dark 2
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A viragem de milĂ©nio trouxe a parte 2 de "Musick To Play in the Dark", progressĂŁo exploratĂłria (como sempre foi) dos Coil em direcçÔes que o olhar corrente considera contrĂĄrias: rumo ao Cosmos e, simultaneamente, em mergulho vertiginoso para o Interior. Com Thighpaulsandra a bordo, nesta encarnação, John Balance e Peter Christopherson equilibram a sua ciĂȘncia sobre uma base mais electrĂłnica, genericamente desformatada (isto Ă© um elogio), sem que se consiga decidir qual o gĂ©nero para catalogar esta mĂșsica. No entanto, se nĂŁo sentem essa necessidade para poder disfrutar de um disco, "Musick To Play In the Dark 2" oferece inĂșmeras delĂcias de confronto com a psique e com um universo sonoro que, incluindo as vozes de John Balance e Rose McDowall, evolui como poesia ondulante, "algures fora do mundo" (tradução livre a partir de Baudelaire). Ano 2000, mĂșsica descrita pelos seus autores como Lunar e mais uma paragem aconselhada, na discografia de Coil, para observarmos que recantos e metamorfoses Balance e Christopherson partilham connosco.
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A viragem de milĂ©nio trouxe a parte 2 de "Musick To Play in the Dark", progressĂŁo exploratĂłria (como sempre foi) dos Coil em direcçÔes que o olhar corrente considera contrĂĄrias: rumo ao Cosmos e, simultaneamente, em mergulho vertiginoso para o Interior. Com Thighpaulsandra a bordo, nesta encarnação, John Balance e Peter Christopherson equilibram a sua ciĂȘncia sobre uma base mais electrĂłnica, genericamente desformatada (isto Ă© um elogio), sem que se consiga decidir qual o gĂ©nero para catalogar esta mĂșsica. No entanto, se nĂŁo sentem essa necessidade para poder disfrutar de um disco, "Musick To Play In the Dark 2" oferece inĂșmeras delĂcias de confronto com a psique e com um universo sonoro que, incluindo as vozes de John Balance e Rose McDowall, evolui como poesia ondulante, "algures fora do mundo" (tradução livre a partir de Baudelaire). Ano 2000, mĂșsica descrita pelos seus autores como Lunar e mais uma paragem aconselhada, na discografia de Coil, para observarmos que recantos e metamorfoses Balance e Christopherson partilham connosco.












