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Basso Continuo: Cyberdelic Ambient and Nootropic Soundscapes (1987-1994)
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Basso Continuo: Cyberdelic Ambient and Nootropic Soundscapes (1987-1994)

Basso Continuo: Cyberdelic Ambient and Nootropic Soundscapes (1987-1994)

A primeira faixa chama-se "Pop" e é o próprio Charles Ditto quem afirma, no texto de promoção, desconstruir "estruturas pop minimalistas". Filtrando tudo aquilo que o entusiasmava (Eno, Cluster, os minimalistas, ragas indianos, música tradicional Escandinava e do Extremo Oriente, etc.), o compositor (entretanto com grau académico) gravou e editou por sua conta dois LPs de que se extrai a música que agora escutamos. "Basso Continuo" documenta o alvor da tecnologia MIDI e a maravilhosa ressonância futurista, exótica, da música que daí resultava. Parte de uma certa tradição norte-americana de Space Music, forte no underground dos 80s e ainda dos 90s, reflectindo ainda por cima os grandes espaços do Oeste (Ditto baseou o seu percurso no Texas), estes sons contornam expectativas, oferecendo com clareza cristalina a deslocação sensorial que no fundo procuramos com a música: outro espaço, outro tempo. A força dupla (mas não contrária) da tradição e da tecnologia digital raramente soa tão ajustada como neste grupo de composições. Incursão muitíssimo inspirada por mundos de fantasia perfeitamente habitáveis. Óptimo álbum.

$21.50
Basso Continuo: Cyberdelic Ambient and Nootropic Soundscapes (1987-1994)
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Basso Continuo: Cyberdelic Ambient and Nootropic Soundscapes (1987-1994)

A primeira faixa chama-se "Pop" e é o próprio Charles Ditto quem afirma, no texto de promoção, desconstruir "estruturas pop minimalistas". Filtrando tudo aquilo que o entusiasmava (Eno, Cluster, os minimalistas, ragas indianos, música tradicional Escandinava e do Extremo Oriente, etc.), o compositor (entretanto com grau académico) gravou e editou por sua conta dois LPs de que se extrai a música que agora escutamos. "Basso Continuo" documenta o alvor da tecnologia MIDI e a maravilhosa ressonância futurista, exótica, da música que daí resultava. Parte de uma certa tradição norte-americana de Space Music, forte no underground dos 80s e ainda dos 90s, reflectindo ainda por cima os grandes espaços do Oeste (Ditto baseou o seu percurso no Texas), estes sons contornam expectativas, oferecendo com clareza cristalina a deslocação sensorial que no fundo procuramos com a música: outro espaço, outro tempo. A força dupla (mas não contrária) da tradição e da tecnologia digital raramente soa tão ajustada como neste grupo de composições. Incursão muitíssimo inspirada por mundos de fantasia perfeitamente habitáveis. Óptimo álbum.

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A primeira faixa chama-se "Pop" e é o próprio Charles Ditto quem afirma, no texto de promoção, desconstruir "estruturas pop minimalistas". Filtrando tudo aquilo que o entusiasmava (Eno, Cluster, os minimalistas, ragas indianos, música tradicional Escandinava e do Extremo Oriente, etc.), o compositor (entretanto com grau académico) gravou e editou por sua conta dois LPs de que se extrai a música que agora escutamos. "Basso Continuo" documenta o alvor da tecnologia MIDI e a maravilhosa ressonância futurista, exótica, da música que daí resultava. Parte de uma certa tradição norte-americana de Space Music, forte no underground dos 80s e ainda dos 90s, reflectindo ainda por cima os grandes espaços do Oeste (Ditto baseou o seu percurso no Texas), estes sons contornam expectativas, oferecendo com clareza cristalina a deslocação sensorial que no fundo procuramos com a música: outro espaço, outro tempo. A força dupla (mas não contrária) da tradição e da tecnologia digital raramente soa tão ajustada como neste grupo de composições. Incursão muitíssimo inspirada por mundos de fantasia perfeitamente habitáveis. Óptimo álbum.