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Os primeiros álbuns de Asmus Tietchens transportam toda a magia e imprevisibilidade da ultra-criatividade germânica na década de 70. Um misto de Conrad Schnitzler e Cluster, pop desviada do centro para circular em passo robótico numa linha de montagem imaginada. “Biotop”, editado originalmente em 1981, marca o início de uma série dedicada ao Tempo, em modo abstracto de reflexão sobre o que veio e o que estaria para vir. Ambiente pastoral alemão, Residents (“Geisei Des Monats”), melodias de primeira idade, mecanismos complexos e uma fundação industrial que reflectia a atitude punk que os Cabaret Voltaire já haviam ensaiado em Sheffield. As faixas funcionam como monólogos ou, também, pequenas histórias contidas em limite de canção. Regras sintéticas totalmente a abrir caminho a um futuro já muito tangível e no entanto ainda impossivelmente longínquo.

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Os primeiros álbuns de Asmus Tietchens transportam toda a magia e imprevisibilidade da ultra-criatividade germânica na década de 70. Um misto de Conrad Schnitzler e Cluster, pop desviada do centro para circular em passo robótico numa linha de montagem imaginada. “Biotop”, editado originalmente em 1981, marca o início de uma série dedicada ao Tempo, em modo abstracto de reflexão sobre o que veio e o que estaria para vir. Ambiente pastoral alemão, Residents (“Geisei Des Monats”), melodias de primeira idade, mecanismos complexos e uma fundação industrial que reflectia a atitude punk que os Cabaret Voltaire já haviam ensaiado em Sheffield. As faixas funcionam como monólogos ou, também, pequenas histórias contidas em limite de canção. Regras sintéticas totalmente a abrir caminho a um futuro já muito tangível e no entanto ainda impossivelmente longínquo.