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White Roses, My God
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White Roses, My God

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No texto de imprensa que acompanha o álbum de Alan Sparhawk fala-se de Neil Young a dado momento para se introduzir, como quem não quer a coisa, uma relação entre este álbum de Alan e outro de Young nos anos 1980s. Falamos de “Trans”, álbum que o canadiano gravou entre o tributo e celebração dos Kraftwerk. Há quem goste (muito), há quem odeie. Difícil de dizer o mesmo deste “White Roses, My God”, álbum de luto, primeiro sinal de Sparkawk depois da morte de Mimi em 2022. Por mais estranho, bizarro, que soe, Alan Sparhawk é conhecido pela sua vontade de experimentar, com a belíssima qualidade de não ter vergonha de experimentar, de mostrar o resultado disso. “White Roses, My Bod” é tudo feito por ele, todas as letras, notas, beats. Conseguimos criar uma relação entre este álbum e “The Collective” de Kim Gordon, por ser deste ano, e por mostrar claramente a vontade de dois artistas tentarem encontrar um outro registo para expressar um momento. As ferramentas de sempre não resultam com a dor actual, é o que se deduz daqui, e apesar de Alan parecer muito fora de pé, há uma sensação de risco permanente, desconforto, como se o próprio acontecer desafiasse a situação em si: voltar a gravar, porquê voltar a gravar, como e para onde? Ao longo das onze canções há um questionar permanente, ideias circulares que parecem condenadas a este momento. Não é um “Trans”, mas uma outra forma de despir os Low.

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No texto de imprensa que acompanha o álbum de Alan Sparhawk fala-se de Neil Young a dado momento para se introduzir, como quem não quer a coisa, uma relação entre este álbum de Alan e outro de Young nos anos 1980s. Falamos de “Trans”, álbum que o canadiano gravou entre o tributo e celebração dos Kraftwerk. Há quem goste (muito), há quem odeie. Difícil de dizer o mesmo deste “White Roses, My God”, álbum de luto, primeiro sinal de Sparkawk depois da morte de Mimi em 2022. Por mais estranho, bizarro, que soe, Alan Sparhawk é conhecido pela sua vontade de experimentar, com a belíssima qualidade de não ter vergonha de experimentar, de mostrar o resultado disso. “White Roses, My Bod” é tudo feito por ele, todas as letras, notas, beats. Conseguimos criar uma relação entre este álbum e “The Collective” de Kim Gordon, por ser deste ano, e por mostrar claramente a vontade de dois artistas tentarem encontrar um outro registo para expressar um momento. As ferramentas de sempre não resultam com a dor actual, é o que se deduz daqui, e apesar de Alan parecer muito fora de pé, há uma sensação de risco permanente, desconforto, como se o próprio acontecer desafiasse a situação em si: voltar a gravar, porquê voltar a gravar, como e para onde? Ao longo das onze canções há um questionar permanente, ideias circulares que parecem condenadas a este momento. Não é um “Trans”, mas uma outra forma de despir os Low.

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No texto de imprensa que acompanha o álbum de Alan Sparhawk fala-se de Neil Young a dado momento para se introduzir, como quem não quer a coisa, uma relação entre este álbum de Alan e outro de Young nos anos 1980s. Falamos de “Trans”, álbum que o canadiano gravou entre o tributo e celebração dos Kraftwerk. Há quem goste (muito), há quem odeie. Difícil de dizer o mesmo deste “White Roses, My God”, álbum de luto, primeiro sinal de Sparkawk depois da morte de Mimi em 2022. Por mais estranho, bizarro, que soe, Alan Sparhawk é conhecido pela sua vontade de experimentar, com a belíssima qualidade de não ter vergonha de experimentar, de mostrar o resultado disso. “White Roses, My Bod” é tudo feito por ele, todas as letras, notas, beats. Conseguimos criar uma relação entre este álbum e “The Collective” de Kim Gordon, por ser deste ano, e por mostrar claramente a vontade de dois artistas tentarem encontrar um outro registo para expressar um momento. As ferramentas de sempre não resultam com a dor actual, é o que se deduz daqui, e apesar de Alan parecer muito fora de pé, há uma sensação de risco permanente, desconforto, como se o próprio acontecer desafiasse a situação em si: voltar a gravar, porquê voltar a gravar, como e para onde? Ao longo das onze canções há um questionar permanente, ideias circulares que parecem condenadas a este momento. Não é um “Trans”, mas uma outra forma de despir os Low.

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